quinta-feira, 17 de março de 2011

Mulheres se sentem mais culpadas em trabalhar no horário de folga

Mulheres se sentem culpadas por lidar com questões de trabalho em casa, mesmo quando o contato não interfere na vida familiar.

Infomoney

Desenvolvidas, entre outras funções, para facilitar a vida dos executivos, as tecnologias de comunicação (celulares, smartphones e iPads) parecem provocar efeitos bem distintos entre homens e mulheres.

Uma pesquisa da Universidade de Toronto (Canadá) pediu aos participantes para que informassem quantas vezes foram contatados fora do trabalho por telefone, e-mail ou mensagem sobre assuntos corporativos. Os pesquisadores descobriram que as mulheres que foram contatadas frequentemente por supervisores, colegas ou clientes relataram níveis mais elevados de estresse psicológico. Em contraste, os homens que receberam contato de trabalho fora do expediente foram menos afetados.

"Inicialmente, avaliamos que as mulheres foram mais atingidas pelo contato profissional por conta da interferência em suas responsabilidades familiares", afirma o autor do estudo, Paul Glavin.

Os resultados mostram que muitas mulheres se sentem culpadas por lidar com questões de trabalho em casa, mesmo quando o contato profissional não interfere na vida familiar. Os homens, por outro lado, são menos propensos a sentir culpa ao responder questões relacionadas com o trabalho, em casa. O estudo analisou dados de 1.042 homens e mulheres na faixa dos 40 anos, casados e com filhos. Os entrevistados tinham renda anual média de 60.000 dólares (mulheres) e 75.000 dólares (homens).

Opinião

Para o diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, a mesma tendência acomete as executivas brasileiras das diversas áreas profissionais.

"Por mais que a mulher esteja presente nas empresas e no alto escalão, ainda existe um senso diferenciado quanto ao âmbito familiar", aponta o especialista. "Não significa, entretanto, que mulher tem mais ou menos senso de responsabilidade do que o homem na empresa, mas que ela preza pela família e pela qualidade de vida de forma mais intensa", completa.

De acordo com o especialista, essa exposição feminina vem de gerações passadas, que eram completamente ligadas ao interior da família.

"A mulher preserva o próprio espaço, quer se cuidar e poder viver a vida social. Os homens, em contrapartida, sentem-se mais importantes em resolver questões profissionais na hora do lazer", conclui Raffa.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Para 93% dos profissionais, inglês comercial é essencial para obter uma promoção

Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo.

Infomoney

Pesquisa realizada pela GlobalEnglish Corporation com 26 mil funcionários de empresas multinacionais revelou que 93% dos profissionais disseram que o inglês comercial é necessário ou importante para obter uma promoção.

Percentual semelhante, de 92%, foi observado na resposta daqueles que entendem que o "idioma corporativo" é tão necessário ou importante para o trabalho.

Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo.

Em contrapartida, ainda conforme dados apurados pelo estudo, somente 7% dos profissionais entrevistados afirmaram ter um nível de proficiência suficiente na língua.

China, Brasil e México representaram a maior parte dos entrevistados. Embora sejam mercados emergentes, onde a demanda de funcionários qualificados está aumentando, muitos profissionais continuam não tendo a habilidade de inglês para o trabalho nas corporações multinacionais.

Expansão

De acordo com o vice-presidente executivo da GlobalEnglish Corporation, Tom Kahl, 55% dos funcionários das empresas multinacionais indicaram ser necessário usar o inglês diariamente na comunicação interna e externa na companhia.

"Considerando que a maioria das conversas em inglês atualmente é realizada entre duas pessoas cujo idioma nativo não seja o inglês, as empresas internacionais que não estejam aumentando a proficiência do inglês comercial diminuem o nível de performance da organização", afirma o executivo.

A importância da língua inglesa comercial também fica evidente em outra pesquisa, da Towers Watson, chamada Retorno de Investimento de Comunicação.

O resultado é claro: as empresas que possuem comunicadores altamente eficazes têm um retorno total 47% mais alto para os acionistas durante um período de mais de 5 anos.

terça-feira, 15 de março de 2011

Veja 5 fatores que podem atrapalhar sua empregabilidade

Para especialista, quem manda currículos mas não é chamado para entrevistas pode estar com problemas na empregabilidade.

Infomoney

Você sabe o que é empregabilidade? De acordo com o consultor de coaching da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jonas Tokarski, é o conjunto de qualidades de quem é empregável; e são fatores relacionados à empregabilidade que podem afetar, ou não, as chances de um profissional ser chamado para uma entrevista.

Em outras palavras, quem manda currículos, mas não é chamado para entrevistas, pode estar com problemas na empregabilidade.

Problemas

Ainda segundo Tokarski, são diversas as ocorrências que podem impactar a empregabilidade de alguém, contudo, cinco se destacam. Veja a seguir:

Vocação: o profissional, diz o especialista, primeiramente necessita avaliar se gosta do que faz e do que está sendo proposto pela empresa. Pois, ao gostar do que se faz, as realizações tornam-se mais fáceis;

Competências: após checar se gosta ou não do que faz, é necessário fazer uma análise das competências. Você atende às exigências da empresa? Neste sentido, observa Tokarski, a pessoa deve checar a preparação acadêmica, o domínio de idiomas e a atualização constante dos conhecimentos. “Hoje em dia, após dois, três anos do último curso, o profissional já é considerado desatualizado”

Marketing pessoal: não tem jeito, o mundo atual exige uma boa imagem. Dessa forma, diz o consultor, é necessário construir uma boa imagem no ambiente corporativo e entre os profissionais do ramo para aumentar a empregabilidade;

Contatos: apesar do Brasil ainda não ter uma cultura consolidada de networking, diz Tokarski, manter contato com os colegas de profissão é essencial para aumentar as chances de um bom emprego – neste sentido, as redes sociais são grandes aliadas -, sendo que, para agregar contatos ao networking, é necessário fazer cursos.

“O ideal é que a pessoa tenha um bom relacionamento com amigos, se faça lembrar, não esquecendo de cumprimentar as pessoas em datas importantes, como aniversário, por exemplo. O importante é sempre manter as pessoas por perto”.

Saúde: por fim, avalia o especialista, o profissional precisa dar atenção especial à saúde, pois “ o entrevistador percebe se a pessoa tem problemas neste sentido, se está desatenta ou com sono, por exemplo”.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Qual é a chave para o sucesso profissional?

Equilíbrio é fundamental.

Por Denis Mello, www.administradores.com.br

Bem-sucedido, em um curto espaço de tempo viu a expansão dos negócios vinda na esteira de longa e exaustiva jornada de trabalho, conta bancária polpuda e várias propriedades (algumas com cômodos que nunca pisou). Ganhou o prêmio "Empresário do Ano" de uma entidade de classe. Parodiando Barack Obama, já que falamos em sucesso, "ele é o cara".

A conversa sai do campo dos negócios, vai para as amenidades e – um pouco mais confortável – falamos sobre a vida pessoal. Para variar, falo sobre meus netos e as últimas estripulias que tanto alegram a família. Percebo uma mudança na expressão dele, um vinco na testa e um longo suspiro. Com a voz embargada, diz que a família se esfacelou enquanto construía um império. Separou-se, mal vê os filhos e brigou com os irmãos que insistiam em ocupar lugar de destaque em uma de suas empresas. Enfim, "ele é o cara..." triste e solitário.

Uma pergunta volta à minha mente: o que é sucesso profissional? Respostas clichês logo aparecem: "dinheiro não trás felicidade" ou "o topo é um lugar solitário". Entretanto, estas frases de almanaque, que povoam o imaginário coletivo, não se adaptam ao executivo que está à minha frente ou ao homem moderno. Vivemos em uma sociedade altamente competitiva, onde crianças já leem aos três anos e têm uma agenda tão atribulada quanto a minha (inglês, judô, vôlei, natação, música... ufa!). Na adolescência, fazem intercâmbio e são pressionados a entrar em faculdades de primeira linha. Por quê? Cursar uma instituição renomada seguiria a trajetória iniciada na infância rumo ao sucesso profissional.

Repare que esse caminho tem apenas uma linha, a que traça a profissão. Não há trilhas para a vida pessoal – família e amigos. Se existem, são tão leves que não as enxergamos. Se perguntarmos a um jovem universitário o que espera da vida, fatalmente, responderá: "Felicidade!" Mas qual felicidade ele objetiva e como pretende alcançá-la? Um dos homens mais ricos do mundo, o megainvestidor Warren Buffet diz que "o objetivo da vida é ser amado pelo maior número de pessoas possível entre aquelas que você deseja que amem você".

Céticos dizem que é fácil falar de amor quando se é bilionário. Mas não é essa tal felicidade que faz tanta falta ao meu amigo empresário aqui referido e que só se deu conta ao atingir o topo? Buffet, por exemplo, mora na mesma casa desde 1958, não tem celular nem computador na mesa e dirige o próprio Cadillac DTS. Penso que seria, talvez, uma estratégia dele para preservar a família e, assim, estabelecer um equilíbrio entre o pessoal e o profissional. Se o fez de caso pensado, não sei, pois não sou amigo ou confidente de Buffet, mas ele nos dá uma boa pista.

Não estou aqui defendendo a aposentadoria de celulares e computadores ou o menosprezo da carreira. É legítimo almejar o crescimento, bons postos e salários, o reconhecimento profissional e todas as justas e merecidas benesses advindas de muito estudo e trabalho. No entanto, os profissionais deveriam aprender também a fazer um planejamento estratégico da vida pessoal – está aí uma boa disciplina para as universidades – criar um projeto de vida que corra paralelo à carreira e que agregue familiares e amigos.

De forma bem pragmática, um profissional que apresente tal harmonia é mais produtivo, integra-se ao grupo com maior facilidade e dificilmente ficará afastado devido às doenças modernas (depressão, síndrome do pânico ou outros distúrbios).

Faço aqui uma reflexão porque somos treinados e preparados para alcançar a "felicidade" profissional, a qual, muitas vezes, está dissociada ou se sobrepõe à pessoal. Somos um ser único, com múltiplas necessidades e habilidades. Como sentenciou há muito tempo o matemático Blaise Pascal, "o homem é um ponto entre duas extremidades".

Agora, ouso a responder à pergunta que intitula esta matéria: o equilíbrio é a chave do sucesso!

Até a carta de abril!


Denis Mello - diretor-presidente do FBDE | NEXION Consulting - www.fbde.com.br - Consultores e Auditores em Marketing, Vendas e Gestão Empresarial. E-mail: diretoria@fbde.com.br. Siga: twitter.com/fbdenexion / twitter.com/denismello

sexta-feira, 11 de março de 2011

Saiba mais sobre o novo formato de currículo 3.0

Mudança vem sendo inicialmente implementada pelos profissionais vinculados às áreas de criação, design, propaganda e publicidade.

Infomoney

O jeito de desenvolver um currículo vem saindo do tradicional para pegar carona na inovação tecnológica. É o chamado currículo 3.0, que adequa vídeos, infográficos e até postagens nas redes sociais em um único material.

A mudança vem sendo inicialmente implementada pelos profissionais vinculados às áreas de criação, design, propaganda e publicidade.

"Este é um momento de mudanças nos currículos, pois existem profissionais que inovam na hora da apresentação. A princípio, este movimento está sendo realizado pelos profissionais de criação", afirma o gerente de Marketing e Vendas no Rio de Janeiro da Robert Half, Jorge Martins.

Liberdade e informação

O currículo 3.0 dá mais liberdade ao profissional na hora de montar o seu próprio perfil corporativo, o que não o exime de seguir padrões básicos, como passar clareza e fácil entendimento a quem for ler.

"Por mais que a gente tenha um conhecimento grande do mercado, os RHs [Recursos Humanos] são bastante criteriosos na hora da seleção. Se você fizer um vídeo contando sua trajetória, por exemplo, mas não colocá-lo de forma fácil, a chance de ser dispensado é grande", explica o especialista.

E completa: "Percebo que as pessoas que fazem currículos diferenciadas são aquelas voltadas para publicidade. Para os outros tipos de profissionais, não recomendo fazer um currículo fora do padrão", completa Martins.

Basicamente, as empresas mais formais, que atingem áreas "comportadas", cuja criação além dos limites está fora das principais metas, podem não ser um boa opção para o currículo alternativo.

Digital

A necessidade de o mercado contar com profissionais mais modernos, especialmente aqueles que focam o desenvolvimento de marca e relacionamento com o cliente, abriu as portas para o currículo 3.0.

"As pessoas podem contar por meio de infográficos e mensagens nas redes sociais sobre o seu perfil profissional. No entanto, não adianta fazer um currículo maluco e tentar condensar um milhão de informações nele", finaliza Martins.

Carreiras: como fazer para vencer o aumento do nível de estresse?

Estudo revelou que 82% dos profissionais pesquisados apresentavam traços de ansiedade em diversos graus.

Infomoney

O panorama de vida saudável entre os profissionais brasileiros, das mais diversas áreas de atuação, parece ficar a cada dia mais distante do ideal.

Estudo da ISMA (International Stress Management Association) revelou que 82% dos profissionais pesquisados apresentavam traços de ansiedade em diversos graus.

Outros 78% sentem-se angustiados em relação ao trabalho, enquanto 52% têm momentos de agressividade em casa oriundos do estresse na empresa. Já 32% têm problemas gastrointestinais. O estudo compreende os anos de 2005 a 2010.

Quadro negativo

Para o diretor da consultoria Portal Fox, Ricardo Piovan, pelo menos nos próximos anos, o quadro negativo tende só a se intensificar no País. Mas, então, como suportar estas crescentes pressões no trabalho?

"Uma das formas de reduzir os problemas e adversidades no ambiente de trabalho é conjugar o verbo aprender. A letra A no começo de algumas palavras têm o sentido de negação, no caso da palavra aprender", afirma o especialista.

Ele completa: "O resultado seria mais ou menos assim: não se prender a conceitos e atitudes antigas, que talvez não funcionem mais nos dias turbulentos de hoje e se prender a novas formas de fazer as mesmas coisas e quem sabe o resultado venha de forma diferente", completa.

Ler e aprender

Evitar o estresse e a pressão no trabalho podem ser coisas não tão fáceis de serem alcançadas. Entretanto, o profissional que conseguir somar disciplina e autocontrole pode se sobressair frente aos outros.

"Talvez o seu problema seja sua relação com o seu chefe complicado ou com os seus colegas de trabalho. Nestes casos, faça um treinamento de gestão de conflitos, para conquistar competências de como agir assertivamente com estas pessoas", orienta Piovan.

Para os profissionais que trabalham na área de vendas, por exemplo, e que não conseguem atingir resultados, a recomendação é ler sobre como persuadir e influenciar pessoas.

"Quer outro exemplo? Talvez você seja um líder e não está conseguindo fazer a sua equipe produzir com eficácia. Então, leia livros de como liderar melhor, faça um treinamento, converse com líderes que conseguem resultados, veja o que eles fazem e o que você não faz", diz o especialista.

"Pressões por resultados melhores, dificuldades nos relacionamentos e instabilidade na empresa são coisas comuns hoje em dia e, como falamos, tendem a ficar mais intensas com esta explosão de crescimento que o nosso país está passando. A diferença entre suportar e superar tudo isto está na forma de lidar com estas questões e talvez esteja na hora de você aprender e desenvolver formas diferentes para resolver velhos problemas", finaliza Piovan.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Geração Y e os desafios das empresas

Segundo pesquisa da consultoria de gestão Hay Group feita com mais de 5,5 mil jovens, esses jovens realmente têm pressa de subir na carreira.

Por Boris Leite, www.administradores.com.br

O que as instituições devem fazer para atrair e reter a nova geração de talentos? Esse tema tem sido recorrente nas empresas. A Geração Y (formada pelos nascidos entre o início dos anos 1980 e meados dos anos 1990) é pautada por valores altruísticos e sempre está à procura de qualidade e crescimento profissional rápido.

Segundo pesquisa da consultoria de gestão Hay Group feita com mais de 5,5 mil jovens, esses jovens realmente têm pressa de subir na carreira. Dos entrevistados, 18% já estão em cargos de chefia. Impacientes e extremamente conectados às novas tecnologias eles prometem revolucionar o mercado.

Do outro lado, as empresas já estão muito mais acostumadas aos funcionários da geração X, emocionalmente ligados ao local de trabalho, analógicos e que admitiam reconhecimento proporcional aos anos de casa. Tal mudança de perfil em tão pouco tempo é impressionante, mas todos devem se preparar.

As instituições ainda possuem o paradigma de reter seus colaboradores, de uma relação profissional de longo prazo. Esse comportamento deve ser reconsiderado: o raciocínio não é mais compatível à geração Y, que preza novas experiências e não se prende às empresas como a geração anterior.

O que deve acontecer nas instituições é a adaptação para esse fluxo. As empresas agora devem aprender que não podem simplesmente focar em reter, mas fazer com que os funcionários Y tenham uma experiência fantástica na empresa e que, mesmo se decidirem sair, possam voltar a trabalhar nela depois de algum tempo e outras experiências profissionais. Um ambiente de aprendizagem é ideal para o perfil desses indivíduos. O levantamento da Hay Group ainda mostra que 93% dos entrevistados desejam continuar no emprego se existir investimento por parte da empresa.

As companhias também devem aprender como este fluxo pode ser importante e saudável para os negócios: pessoas novas trazem idéias, experiências e visões novas, o que sempre é importante no mercado atual, que precisa se renovar constantemente.

Outro aspecto relevante fica por conta da cultura. Esta precisa ser forte e atuar como fator essencial para se tornar realmente um diferencial competitivo para os profissionais que prezam a sensação de pertencimento, se dedicam quando reconhecem uma causa e que querem fazer um trabalho diferente na empresa. 71% dos entrevistados dizem que as referências da empresa devem estar alinhadas aos seus próprios valores pessoais e que a fidelidade não é mais relacionada à empresa, mas aos próprios princípios do individuo.

Por meio do treinamento de líderes e projetos lúdicos para funcionários, o conflito entre as gerações pode ser amenizado. A instituição também deve deixar de lado os paradigmas criados e aproveitar as características positivas, que são muitas: a geração Y é formada por jovens dinâmicos que possuem habilidade com novas tecnologias, não são acomodados, têm amplitude de interesses e são muito bem informados.

Podemos ver exemplos de sucesso nessa relação em muitas empresas que assimilarem muito bem o momento. Dentre as principais iniciativas, estas companhias oferecem horário flexível de acordo com o perfil do novo colaborador que é incentivado a refletir e a criar um ambiente agradável de trabalho.

Boris Leite - é presidente da Axialent Brasil