quinta-feira, 7 de julho de 2011

Discrição e inteligência podem ser garantia de novo emprego

Para compor este perfil, no entanto, é preciso cuidado e atenção, afinal, este é um momento crucial, e tocar em assuntos inadequados pode comprometer os resultados.

Infomoney

Para ter certeza do sucesso em uma entrevista e garantir bons resultados em uma avaliação, os candidatos a vagas devem apostar cada vez mais na discrição e investir na construção de argumentos eficazes que possam mostrar ao empregador o quanto sua presença pode contribuir, de forma positiva, com a empresa.

Para compor este perfil, no entanto, é preciso cuidado e atenção, afinal, este é um momento crucial, e tocar em assuntos inadequados pode comprometer os resultados.

“O profissional precisa mostrar como pode ser útil sem expor as necessidades que o motivaram a procurar determinado emprego. Tentar justificar a contratação mencionando problemas que esteja vivenciando pela falta de trabalho é inapropriado”, diz a especialista em RH e professora de Planejamento de Carreira da Veris Faculdades, Carolina Camba.

Outro ponto importante é certificar-se de que as atribuições a serem desempenhadas no cargo estejam relacionadas com a sua área de atuação e conhecimento.

“Já observei situações em que a proposta exige mais do que o conhecimento que o profissional possui, bem como aquelas em que o nível de complexidade do trabalho é inferior à competência do candidato”, conta a coach e consultora de carreira, Bernadete Pupo.

Não faça

Evite entrar em temas polêmicos durante a entrevista. Segundo Carolina, falar sobre política, religião e futebol pode ser complicado. Além disso, fuja de assuntos e situações que possam propor um certo grau de intimidade com o entrevistador e, em hipótese alguma, fale mal de seu ex-chefe ou de uma empresa para a qual já prestou serviços.

Tiro certo

Para acertar o alvo e não tropeçar na fase de seleção, a recomendação aos interessados em novas oportunidades consiste em, basicamente, identificar a necessidade do empregador e avaliar se sua expertise é condizente ao que está sendo ofertado.

“O candidato deve estar atento às questões formuladas pelo entrevistador e exercitar a prática do ouvir para responder apenas o que lhe for questionado. Lembrando que a qualidade das respostas é o que importa e não a quantidade de palavras”, avalia Bernadete.

Impactos na carreira

As consequências de uma escolha inadequada podem ser prejudiciais à carreira e causar não apenas arrependimentos, mas também a constante sensação de inadequação ao local de trabalho.

“Nestes casos, as reações do empregado podem ser prejudiciais para ele e para os clientes que atende. É um processo em cadeia”, diz Pupo.

Por esta razão, antes de escolher um lugar para trabalhar, esteja ciente das próprias habilidades e procure se especializar em áreas específicas de atuação.

sábado, 11 de junho de 2011

Importância do diploma para conseguir emprego

Especialistas afirmam que formação técnica é requisito fundamental, mas não é o único critério na seleção de profissionais.

Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br

Quanto vale um diploma? As empresas olham para ele na hora de contratar? Segundo consultoras de carreira ouvidas pelo Empregos.com.br um curso de educação profissional, uma graduação ou mesmo uma pós-graduação pode ser fundamental no alcance dos objetivos profissionais.

“Seja qual for a direção que o profissional quer dar a sua carreira precisa sim ter qualificação”, afirma Adriana Roggieri, coordenadora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada em recrutamento e seleção de estagiários e trainees.

“Uma graduação agrega valor ao currículo de um profissional. Não basta ter informação, o mercado exige formação acadêmica”, diz Jamile Ferraresso, psicóloga e analista de carreiras da Veris Faculdades.

Dados do IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do país mostram que a graduação pode ser o passaporte para o emprego. Segundo o levantamento, a taxa de desemprego da população que tem nível superior atingiu 3,1% em 2010 – o menor nível em oito anos. Quase a metade da média nacional (6,7%).

Ou seja: quase não falta trabalho aos profissionais que possuem diploma, ainda que fora da área de formação. O bom momento econômico favorece as contratações, mas para Jamile Ferraresso, da Veris Faculdades, há outra explicação para o alto índice de emprego dos graduados. “A graduação traz a fundamentação teórica somada à experiência dos professores e à troca com os próprios alunos, alicerces da prática profissional.”

No entanto, especialistas lembram que a formação acadêmica é apenas um dos critérios exigidos do profissional do século 21. “O diploma não garante o emprego. Além da formação técnica, o profissional precisa reunir as competências comportamentais que o mercado procura”, afirma Adriana Roggieri, da Foco Talentos.

Praticar também é importante
Colocar em prática os conhecimentos adquiridos no ambiente acadêmico ainda durante a universidade é a melhor maneira de entender a lógica de mercado e também de desenvolver as competências comportamentais exigidas pelas empresas. “Candidatos que têm vivência na área estão na frente dos que não têm”, aponta Adriana.

A maioria dos estudantes recorre ao estágio para aliar teoria e prática, mas segundo Adriana, opções como o trabalho voluntário e o engajamento em empresas juniores ou em atividades de iniciação científica em que é possível elaborar projetos a partir de estudo de casos também são relevantes. Contudo é preciso avaliar se a atividade desempenhada vai ao encontro dos seus objetivos de carreira, lembra Jamile Ferraresso, da Veris Faculdades.

Jamile ressalta que o profissional deve ficar de olho nas tendências de sua área e nas exigências do mercado. “É preciso acompanhar o mercado, analisar as mudanças e como elas influenciam negativa e positivamente em sua carreira, e traçar planos.”

Segundo a consultora, ter um networking fortalecido também é fundamental para trocar informações e descobrir oportunidades profissionais. “Frequente ambientes públicos, vá a palestras, congressos e seminários de sua área. Fortaleça sua rede. Para ser efetivo o networking deve ser afetivo.”

Matéria:
http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/noticias/diploma-para-conseguir-emprego.shtm

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Confira os 10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas

Empresa de recrutamento ensina dicas para candidatos não cometerem gafes e erros na hora dessas avaliações.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional. Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.

Principalmente quando existem semelhanças sobre as habilidades e as experiências profissionais entre candidatos concorrentes, o desempenho de cada um nessas avaliações torna-se fator decisivo na escolha do recrutador.

Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.

Como uma forma de colaborar para os profissionais que estão enfrentando a maratona de algum processo seletivo, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou os 10 principais erros que candidatos cometem nessas avaliações e revela dicas de como evitar cada situação. Confira:

1. Português Inadequado: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como "né" e "tipo". Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um "tamém" ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.

2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.

3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.

4. Postura corporal: Sentar-se com postura "largada", ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.

5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.

6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.

7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.

8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.

9. Falta de postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.

10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.

De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. "Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira", afirma.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sua carreira precisa de grandes mudanças. Você está pronto?

As exigências mudaram: o salto qualitativo requer agregar excelência estratégica ao domínio tecnológico da informação.

As grandes transformações enfrentadas pela área de Tecnologia da Informação (TI) abrigam uma boa e uma má notícia para o CIO.

Comecemos pela ruim: os novos ventos corporativos vão decretar a falência dos técnicos que não evoluírem, e que ainda vivem nos tempos da glass house e no domínio de bites e bytes, MIPS, processos e atendimento aos usuários que os consagraram no passado.

Em compensação, a boa nova é que nunca essa categoria profissional esteve tão valorizada como agora. Nenhuma empresa que se mantenha em linha com o novo perfil do mercado, na hora de escolher um CEO, deixará de levar em conta o seu CIO como fortíssimo candidato ao cargo.

O que está por trás dessa transformação tão radical é o surgimento de conceitos e tecnologias, como o software sob a forma de serviço ou a computação nas nuvens, que coloca em xeque o modelo de negócios tradicional.

As organizações enfrentam crescentes pressões concorrenciais na busca de fórmulas que reduzam a complexidade dos sistemas e anseiam pela consolidação de sistemas, que se tornam cada vez mais ferramentas estratégicas. Por exemplo, não basta a um vendedor de empresa farmacêutica munir-se de nomes e endereços e um discurso padrão que sirva para toda a clientela médica.

Para aumentar o seu ticket médio, ele precisa explorar diferentes níveis de exigência dos públicos visitados e oferecer soluções adaptadas às necessidades de cada um. E, assim, mais do que nunca, a TI bem utilizada torna-se uma ferramenta para alavancar negócios.

A mensagem do mercado chega de forma clara e direta, a ordem é reduzir o custo de propriedade (TCO, na sigla em inglês). Nesse sentido, ninguém está mais habilitado a administrar esse processo do que o CIO.

É hora de tirar proveito da vantajosa posição do cargo que o permite desenvolver uma visão holística e integrada de todas as áreas. Mas, a contrapartida é uma mudança do seu perfil, que no lugar de priorizar o lado técnico fará o CIO se tornar um profissional de negócios.

As empresas mudaram e, com elas, as exigências. Se em épocas menos competitivas a eficiência operacional combinada à disponibilidade de informações confiáveis na hora certa trazia benefícios indiscutíveis, hoje, isso não é o bastante. O salto qualitativo requer também agregar ao domínio tecnológico da informação uma excelência estratégica.

E é justamente isso que se espera do novo CIO. Ele tem de demonstrar capacidade para se adaptar aos novos preceitos ditados pelo mercado.

O tempo dirá quem soube aproveitar a oportunidade de ouro para enriquecer a carreira e ganhar relevância na empresa, ou quem ficou na história das corporações na condição de atropelado pela evolução.

Não se trata de exercício de futurologia, essa metamorfose já ocorre. A poderosa combinação de inteligência capacitada com o foco no negócio e a orquestração com parceiros especializados farão com que o poder da TI logo se multiplique, embora difratado dentro de toda a empresa.

Atropelado por uma espécie de implosão silenciosa, o departamento de TI das empresas – como conhecemos hoje – está com os dias contados. De meros apoiadores pertencentes a uma organização isolada, os seus integrantes tornam-se peças vitais ligadas à engrenagem central. A antiga TI não deixará saudades.

Turbinada por novos conceitos, ela passa a atuar ao lado dos que buscam melhorar os resultados financeiros da companhia, bem como resolver seus desafios estratégicos e operacionais. Por meio da inovação, deixa de ser custo para tornar-se braço estratégico da organização.

* Cyro Diehl é presidente da Oracle do Brasil

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mesmo com mercado em mudanças, é possível fazer planejamento de carreira

O mercado de trabalho caminha rápido e, com as mudanças, altera-se também o modo como se planeja a carreira. Se antes, com um mercado mais estático e sem surpresas, era possível traçar estratégias para uma vida profissional inteira, agora, um planejamento detalhado de longo prazo fica cada mais difícil. Mas ainda é possível.

"Anos atrás entrava-se na empresa e se fazia um planejamento para o crescimento na mesma instituição. Hoje, o mercado evoluiu, mas o perfil profissional também mudou", avalia a coordenadora do curso de Recursos Humanos da Veris Faculdades, Suely Piaia Murtinhos. Ela explica que, ainda que pudessem, os profissionais da nova geração não conseguiriam fazer um planejamento de longo prazo, justamente porque o mercado como está lhes dá mais possibilidades de mudanças, muitas vezes, imprevisíveis. "Esse jovem entra em uma empresa, mas sempre está de olho em outras possibilidades", avalia.

Por outro lado, a consultora da Career Center, Claudia Monari, acredita ser possível estabelecer um planejamento de carreira longo. "O planejamento independe de fatores externos", afirma. A consultora explica que, ao colocarem seu planejamento de carreira no papel, os profissionais devem conhecer bem o mercado onde atuam e as possíveis tendências de suas áreas. Contudo, esses fatores não determinam o planejamento em si, mas o caminho na hora de colocá-lo em prática.

As especialistas ressaltam que os profissionais que têm um planejamento de carreira bem traçado têm mais chances de chegarem aonde querem mais rápido e sem grandes tropeços. E ainda que os tropeços ocorram, eles têm grandes chances encontrar soluções mais eficazes e de não cometê-los de novo.

Preparando o planejamento

Planejar significa programar um caminho. E todo caminho tem um fim. Por isso, para estabelecer um planejamento profissional eficaz, o primeiro passo é saber, independentemente do caminho que se queira seguir, qual é o seu fim. "A primeira coisa é determinar um objetivo", aponta Suely. "Onde você quer estar daqui alguns anos?", questiona a professora.

Definir onde se quer estar é traçar a empresa e o cargo. Mas colocar esses dois pontos no papel não basta. É preciso determinar em quanto tempo esse objetivo será alcançado. "Dá para fazer um planejamento de, no máximo, quatro anos", acredita Suely. Para Claudia, ainda que com as constantes mudanças do mercado, é possível determinar a carreira em dez anos.

A etapa inicial do plano profissional parece simples, mas tente pensar onde e em qual cargo você quer estar daqui há dez anos: "90% das pessoas não sabem o que querem no longo prazo", explica Claudia. "Essa etapa é a mais difícil", afirma. E, para conseguir superá-la, é preciso um pouco de experiência de mercado e uma boa dose de autoconhecimento.

Após definir a primeira etapa, o profissional precisa ir a campo. "Ele precisa saber do que ele precisa, em termos de competências e habilidades, para ocupar aquele cargo naquela empresa", afirma a consultora. Contudo, é preciso ter os pés no chão. "O planejamento tem de ser realista. Não adianta definir que se quer ser diretor da empresa em três anos", avalia.

Diante disso, o profissional deve listar quais competências e habilidades ele têm e quais faltam para ele alcançar seu objetivo, tendo em vista, sempre as mudanças na sua área de atuação. Saber o que está faltando para chegar àquela posição não é suficiente: é preciso conseguir obtê-las em determinados espaços de tempo. Aí entra o detalhamento do planejamento profissional.

De olho nos detalhes

"Agora, o profissional precisa definir um cronograma de ações, definindo pequenas metas", explica Suely. Ou seja, se para atingir seu objetivo você precisa ter inglês fluente, você precisa definir em quanto tempo e como você pretende conseguir essa habilidade. Por isso, um planejamento global exige vários planejamentos menores dentro dele. Nessa hora, conta a organização e principalmente a motivação do profissional. "Ele precisa ser o gestor da própria carreira", ressalta Suely.

Para a professora, nesse meio do caminho, o profissional precisa se manter em linha com o seu objetivo e tentar mudar o que for necessário para se adequar aos possíveis percalços que poderão surgir. "Se esse problema surgir dele mesmo, ele precisa manter a motivação para conseguir o que quer, se surgir de fatores externos, ele tem de tentar ver outras possibilidades", acredita.

E se os problemas persistirem, é preciso tentar se concentrar e traçar um novo planejamento. Para as especialistas, somente com ele, é possível um crescimento profissional efetivo e com mais segurança.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Luciano Loiola é convidado para participar de mais um livro com renomados profissionais de coaching do Brasil

A Editora França com uma Visão Inovadora do Futuro lança o projeto: LEADER COCH, onde reuni os mais renomados Profissionais na área de Coaching, e LUCIANO LOIOLA foi convidado para agregar com suas ideias e conceitos de sucesso.

Comunicação empática

Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo:

- Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito; tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.

Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde:

- Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.

Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui:

- Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!

Ao que você responde:

- Está bem. Positivamente, não enxergo nada!

E o médico retruca:

- Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...

Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino; afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.

Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?

Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com freqüência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.

Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido. Este princípio é a chave para a comunicação interpessoal.


(por Stephen R. Covey - "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes")

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Confira quais são os 11 principais erros dos novos gestores


É comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.


Infomoney


Ser promovido a um cargo de chefia pode ser o desejo de muitos profissionais. Mas o tão sonhado posto pode virar pesadelo se a pessoa não souber gerenciar a sua equipe. Neste momento, é comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.


O coach-executivo da Alliance Coaching, Pablo Aversa, explica que os erros acontecem porque as pessoas que são promovidas a um cargo de liderança não recebem treinamento.

Para que isso não ocorra, ele indica que as empresas promovam treinamentos tantos externo como internos, contratem serviços de coaching ou ainda desenvolvam um programa em que gestores mais experientes compartilhem ideias e escutem os novos gestores.


"Escolher um mentor pode ajudar. Converse com alguém que você confie, pode ser da mesma empresa ou até mesmo de fora. Este mentor se sentirá lisonjeado. Dificilmente alguém negará ajuda", acrescenta.


Outra maneira de evitar erros é não ter uma postura preestabelecida em mente. Além disso, o novo gestor tem de ser humilde ao lidar com a sua equipe, ou seja, assumir que está aprendendo.


11 principais erros


Para ajudar nesta nova etapa da carreira, o especialista indicou os principais erros cometidos pelos novos gestores. Confira:


Considerar que você sabe tudo: mesmo que o profissional tenha total conhecimento de sua área, ele não sabe tudo, já que a parte mais importante do trabalho ele ainda não domina: gerenciar pessoas. Aversa aconselha que o novo líder ouça as pessoas que estão ao seu redor e procure saber a opinião delas;


Mostrar a todos quem está no comando: todos da sua equipe sabem que você está no comando. Não é necessário demostrar todo o tempo que você é o chefe. O fundamental é que o novo gestor faça a diferença;


Mudar tudo: só porque alguma atividade não é feita da mesma forma que você costuma fazer, não significa que necessariamente está errada;


Ter medo de fazer tudo: talvez você não tenha solicitado essa promoção e não esteja certo que poderá dar conta do trabalho. Mas não permita que isso faça com que você não exerça sua função da melhor maneira possível. Seus superiores não teriam colocado você neste cargo se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do desafio;



Não dedicar tempo para conhecer seu time: mesmo que você tenha trabalhado ao lado dos profissionais da sua equipe durante anos, isso não significa que você os conhece. Entenda o que os estimula, como motivá-los, o que os deixa apreensivos ou preocupados. Conheça-os individualmente, porque essa é a única forma pela qual você pode gerenciá-los de maneira eficaz. Lembre-se que sua equipe é o que irá fazer com que você se saia bem ou não no desafio de ser um bom líder. Dê a sua atenção e dedique tempo para eles;


Não perder tempo com o seu chefe: quem acredita que o chefe compreenderá que o novo gestor está ocupado e não precisa do seu tempo está enganado! Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gestor, é apoiar seu chefe. Assegure-se que você dedica algum tempo para ele, para que ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento;


Não se preocupar com problemas ou com funcionários problemáticos: você não pode mais evitar problemas ou acreditar que eles vão se resolver sozinhos. Quando algo acontece é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais. Você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente encaminhada;


Não se permitir ser humano: ser chefe não representa que você não pode rir, demonstrar emoções, ou mesmo cometer um erro ocasional;


Não proteger seu time: os profissionais de sua equipe receberão pressão de todos os lados. Outras áreas da empresa podem querer culpar você por interfaces frágeis. Seu chefe pode querer informar todas as funções desagradáveis no seu departamento. O departamento de Recursos Humanos pode decidir que o nível salarial das posições classificadas na sua área está super-estimado. É sua função defender o seu time e se assegurar que eles são tratados da forma mais justa possível;


Evitar responsabilidade por qualquer coisa: goste ou não, como gestor você é responsável por tudo o que acontece no seu time. Por isso, você tem de construir canais de comunicação de forma que não haja surpresas. Não tem jeito: a responsabilidade vai de mãos dadas com a autoridade conquistada;


Rotular gerações: outro erro comum é rotular as diferentes gerações que trabalham na empresa. Os gestores têm de saber aproveitar os diferentes tipos de profissionais. O mais importante é aprender a conviver, dessa maneira todos ganharão: a empresa, os profissionais e o chefe! 


89% das empresas brasileiras oferecem flexibilidade no trabalho




61% das empresas brasileiras oferecem o privilégio da flexibilidade somente ao pessoal sênior
61% das empresas brasileiras oferecem o privilégio da flexibilidade somente ao pessoal sênior

O conceito de flexibilidade é apresentado na pesquisa como ter a possibilidade de se trabalhar em horário e local negociáveis, fora da rotina de costume 


Uma pesquisa global realizada pela empresa Regus aponta que a cada dez empresas no Brasil, nove oferecem condições flexíveis de trabalho aos seus funcionários.63% das 479 companhias que responderam o questionário acreditam que o trabalho flexível gera menos custos e resulta em muitos benefícios, como maior produtividade e o melhor equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, deixando os funcionários mais satisfeitos e motivados.

Tais empresas também acreditam que a flexibilidade contribui para que os empregados se adaptem rapidamente ao crescimento acelerado dos negócios. Um quinto das empresas com condições flexíveis de trabalho creem ainda que a política adotada pela organização colabora para ter acesso a um grupo mais abrangente de talentos, resultando em um maior número de contratações em locais remotos.

Por outro lado a confiança ainda é um grande obstáculo, já que 61% das empresas brasileiras oferecem esse privilégio somente ao pessoal sênior. Para Janaina Nascimento, Diretora de Vendas da Regus no Brasil, esse é um dado frustrante, entretanto, "como boa parte dessas empresas também consegue enxergar uma série de vantagens na adoção dessa política de trabalho, ainda que elas ainda não operem dessa forma, podemos contar com um grande crescimento do trabalho flexível ao longo da década", conclui.


Metodologia 

Profissionais de mais de 17 mil empresas do banco de dados global da Regus foram entrevistados em fevereiro de 2011 e responderam perguntas sobre práticas flexíveis de trabalho e o cenário econômico. A pesquisa foi administrada e gerenciada pela MarketingUK, uma organização independente.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Atrair e manter talentos já estão entre principais dificuldades das empresas

Segundo pesquisas distintas, recrutamento de novos talentos é dificuldade para mais de 70% de executivos e profissionais de RH.

Infomoney

Atrair e manter os talentos nas empresas são desafios cada vez maiores para as corporações brasileiras. Segundo uma pesquisa da empresa de educação corporativa HSM, envolvendo 1.065 executivos, 64,5% pretendem admitir funcionários no cenário entre 2011 e 2015. Os dados, que têm como objetivo mostrar o tamanho do desafio dos departamentos de Recursos Humanos para atrair profissionais, foram divulgados na última sexta-feira (1) no lançamento da certificação Top Employers, um reconhecimento às melhores empresas para se trabalhar.

Segundo o mesmo levantamento, quando perguntados se “sua empresa dispõe de líderes na quantidade e qualidade necessárias?”, 63% responderam não. Segundo o consultor e presidente da empresa de consultoria em estratégia, marketing e RH, Empreenda, César Souza, o dado da próxima pesquisa, que ainda está em tabulação, deve apontar que esses 63% estão ainda mais numerosos, indo para 71%. “Antes, questões ligadas à demanda do mercado e à tecnologia dominavam a resposta dos empresários e, hoje, todas as prioridades estão voltadas para as pessoas”, conta.

Outra pesquisa, também ligada à área de recrutamento e desenvolvimento de talentos, feita com 577 profissionais de RH, mostra que 65% dos entrevistados afirmaram não ter líderes na disponibilidade desejada dentro de sua empresa. Outro dado, do mesmo levantamento, mostra que 71,7% dos profissionais de Recursos Humanos acreditam que 2011 será um ano mais difícil para reter talentos que 2010.

Souza explica que essa dificuldade está ligada a uma geração inteira de profissionais que é cada vez mais determinante na formação do mercado: a geração Y. “Não adianta rotular essa geração ou ignorarmos que ela está cada vez mais presente nas empresas. É um perfil com um sistema de valores bastante diferente e com ambições que os colocam em um patamar diferente do que nós, profissionais que temos hoje 40, 50 ou 60 anos, nos submetemos em outros momentos”, explicou o consultor.

Em sua apresentação, o consultor frisou a diferença entre os paradigmas que existiam no passado e os cenários do atual mercado. “A preocupação com máquinas, insumos, mercados e finanças perdeu espaço para a gestão dos valores intangíveis, como a cultura, a inovação e a gestão de marcas”, citou.

Top Employers

A certificação Top Employers é concedida anualmente a empresas em 12 países de 3 continentes pelo Instituto CRF, de avaliações e reconhecimento a políticas de recursos humanos. Em outros países, 2,5 mil empresas receberam o selo no mundo. Duas empresas apresentaram seus casos de sucesso no lançammento da certificação no Brasil.

O diretor de Recursos Humanos da unidade espanhola da British American Tobacco, que no Brasil conta com a subsidiária Souza Cruz, Daniel Laya, destaca que a conquista da certificação contribuiu para que a empresa tivesse mais um trunfo no recrutamento de novos talentos. “A partir da conquista deste reconhecimento, os estudantes percebem que se trata de uma organização que se preocupa com as necessidades da equipe, que tem preocupação com a qualidade do trabalho, o desenvolvimento da carreira, tanto de promoção interna como de desenvolvimento internacional”, destaca Laya.

O gerente de recursos humanos da Janssen na Espanha (braço farmacêutico do grupo Johnson e Johnson), Thiago Oliveira, destacou que a certificação contribuiu para que a empresa estimulasse um compromisso ainda maior de seus colaboradores e para a tomada de decisões em pontos considerados estratégicos. “Temos o fator limitador de sermos uma empresa que, em função de nossa atividade, tem uma marca pouco difundida globalmente, e a certificação é mais uma estratégia para ampliarmos a atratividade de talentos”, destacou.

Gestão de pessoas

Na Britsh American Tobacco, o reconhecimento à gestão de pessoas se dá por vários aspectos, entre eles a flexibilidade de horários para algumas áreas e uma política de salários atrativa. As possibilidades de desenvolvimento pessoal também são destaque. “Sempre buscamos o equilíbrio entre novas contratações e as promoções internas”, afirma Daniel Laya.

Outra aposta da multinacional é o sistema de comunicação, com reuniões trimestrais e até um espaço virtual similar à intranet, em que os funcionários têm acesso a todas as políticas da empresa e que também podem realizar ações como solicitar férias, fazer consulta de convênios e outras ações. Os funcionários da companhia têm também a possibilidade de ampliar suas férias mediante um acordo financeiro. A empresa tem também uma comissão de igualdade, para proporcionar cada vez mais tratamento idêntico entre os gêneros.

Oliveira, da Janssen, destacou a política inovadora inerente à empresa, que também se reflete nas políticas de recursos humanos. A companhia tem uma espécie de aplicativo, com o qual cada profissional pode indicar que desenvolvimento profissional gostaria de ter, funcionando como uma base de informações que permite adaptar as necessidades da empresa aos interesses individuais.

“Procuramos sempre estar atentos às necessidades de cada um, flexibilizar a jornada, entender as demandas e expectativas, para que possamos conciliar a estratégia da empresa com os objetivos da equipe”, afirma Oliveira. O gestor lembra que a empresa também tem uma preocupação com a formação constante de seus profissionais”, consta na descrição da empresa, no livro que lista as melhores empresas para se trabalhar na Espanha.

No Brasil, as empresas interessadas em ser top employers têm até o dia 31 de maio para se inscrever. As companhias serão submetidas a um questionário específico e, em setembro, a lista das brasileiras credenciadas será divulgada.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Trocar de estágio com frequência nem sempre é vantajoso

O mercado pode fazer diversas leituras de um jovem que fez muitos estágios: ele pode querer desafios ou ser instável.

Infomoney

Ainda que o período da faculdade seja o melhor para que os estudantes tenham experiências diversas no mercado de trabalho, pular de estágio em estágio em um curto espaço de tempo pode prejudicar o início da carreira do estudante, dependendo da área e da empresa onde ele almeja atuar.

Ficar menos de seis meses estagiando em uma empresa, na avaliação dos especialistas consultados - o superintendente do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágio), Carlos Alberto Cavalheiro, e a consultora da Cia de Talentos, Maria Cristina Barbosa -, não é o suficiente para que o estudante faça dessa experiência válida.

“Em menos de seis meses, o estudante não consegue mostrar o que ele sabe e quem ele é. Ele não consegue mostrar resultados”, afirma Cavalheiro. “A partir de seis meses, ele consegue absorver a cultura e os processos da empresa. É um período mínimo”, considera Maria Cristina.

As leituras do mercado

Apesar disso, a consultora acredita que o fato de muitos estudantes terem várias experiências no currículo não demonstra apenas aspectos negativos. "A leitura que o mercado pode fazer é que esse estudante busca desafios e aprendizado", afirma Maria Cristina.

De fato, como está em período de experimentação, o estudante pode multiplicar essas experiências e mudar constantemente em busca da vaga de seu interesse. Isso é natural. "O estágio é um período de aprendizado. É ele que oferece embasamento para esse jovem", diz.

Cavalheiro, por outro lado, alerta os estudantes que exageram no direito de ter novas experiências. "Em dois ou três meses não dá para aprender o trabalho. E isso é preocupante para a carreira desse jovem, porque essas mudanças contínuas podem ser interpretadas como instabilidade", acredita. "Ele tem de dar um tempo para amadurecer no trabalho".

Para o especialista, se a questão for desafios, cabe à empresa estimular esse jovem e acompanhar seu desenvolvimento para que ele permaneça tempo suficiente para aprender algo.

Os especialistas ponderam que as possíveis leituras que o mercado faz do estudante que muda constantemente não são estanques. “Uma empresa mais conservadora pode não contratar esse jovem. Mas uma que tenha um estilo mais dinâmico pode avaliar de outra forma”, considera Cavalheiro.

Antes da mudança

Independentemente da leitura que se pode fazer de um estudante com esse perfil, antes de optar pela mudança, os jovens em início de carreira devem fazer algumas ponderações. “Até parece algo óbvio, mas eles precisam ver o que estão aprendendo na empresa”, avalia Maria Cristina, da Cia de Talentos.

Para a consultora, os estudantes precisam ter visão de futuro e tentar perceber o quanto aquela experiência pode ser válida em decisões profissionais futuras. Para Conselheiro, do Nube, uma conversa com amigos e professores pode ajudá-los na hora de decidir entre ficar e sair da empresa.

Afinal, se em poucos meses não é possível assimilar experiências concretas, tampouco é suficiente para perceber se o trabalho será válido e agradará o estudante. “Quando o candidato gosta do trabalho e se identifica com a empresa, ele fica mais tempo”, ressalta Maria Cristina.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Coaching: diferencial na formação profissional e desenvolvimento pessoal Ferramenta para transformar vidas e corporações


Nos últimos 10 anos o coaching se firmou, cresceu, ganhou respeito e notoriedade, não por acaso, mas sim por todos os resultados que têm trazido à vida de milhares e milhares de pessoas, no Brasil e no mundo. O coaching ajuda as pessoas a transformarem sonhos em realidades e objetivos em realizações.

O 7º livro da Coleção Ser+ abordada o coaching das mais diversas formas, com enfoques completamente diferentes, porém muito complementares. Com alguns dos melhores profissionais do mercado, apresentamos uma série de conhecimentos e argumentos que possibilita o aprofundamento para aqueles que já conhecem o assunto e todo conteúdo foi colocado de forma didática para facilitar o entendimento daqueles que ainda não conhecem o assunto.

No mundo moderno, atingir resultados tornou-se mais do que uma necessidade, quase uma obrigação. O coaching hoje é reconhecido como uma técnica poderosa e eficaz. Mostrou-se extremamente importante tanto no mundo corporativo como para pessoas em geral que buscam formas de melhorar sua vida e atingir os resultados desejados. Mostramos o quanto o coaching pode trazer mudanças expressivas em sua vida e em sua empresa, se aplicadas com disciplina, determinação e ousadia.

Nesse livro você vai aprender o que é coaching e como colher os benefícios dessa poderosa técnica; como desenvolver os conceitos básicos do coaching nas mais diversas áreas da sua vida; dicas e estratégias de como atingir seus objetivos; a melhorar sua qualidade de vida, com maior eficácia comportamental; a fazer do coaching uma ferramenta de realização pessoal e profissional.

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quarta-feira, 23 de março de 2011

O que é valorizado fora do currículo?

Especialistas em Recursos Humanos e gestores de grandes empresas falam sobre quais atividades extracurriculares podem influenciar na escolha de um candidato em processos seletivos.

Por Fábio Bandeira de Mello, Revista Administradores

Muito se fala do que é preciso ter no currículo para obter um diferencial ao concorrer uma vaga - dominar outro idioma, fazer uma pós-graduação, realizar cursos, experiência em estágio – mas, será que isso é o suficiente para sobrepor um candidato dos demais concorrentes? Tom Peters, considerado um dos mais renomados especialistas corporativos do mundo e avaliado como o "guru dos gurus" pela revista Fortune e "superguru" pela The Economist, relata que o perfil de contratação dos profissionais pelas empresas vem se alterando com o passar do tempo.

Na opinião de Peters, estamos entrando em uma nova era voltada para o relacionamento. "O profissional do futuro não deve ter apenas um MBA e ser um cara limitadamente de resultados. É preciso ter algo peculiar, voltado para o social, por exemplo, mas que agregue novos valores para a empresa". Nesses casos, algumas informações adicionais que não estão no currículo, podem ser determinantes na escolha do candidato na hora da entrevista.

Há quem concorde com esse pensamento e aqueles que discordam. Por isso, consultamos especialistas em Recursos Humanos e diretores de recrutamento de grandes empresas no Brasil. Eles falam sobre o que valorizam nos profissionais na hora de contratar que não necessariamente está exposto no currículo, mas pode ser decisivo na escolha de um candidato.

Telma Rodrigues, Diretora de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza

(Gigante rede do varejo no Brasil fundada há mais de 50 anos)

"Nos processos seletivos do Magazine Luiza, sempre procuramos aliar a formação acadêmica e experiência aos aspectos comportamentais e aos valores do candidato, sem privilegiar este ou aquele critério. Um profissional de sucesso, no nosso entender, é aquele que apresenta uma formação acadêmica consistente (Graduação, Pós-Graduação, MBA, etc), mas que também tenha valores sólidos, principalmente aos ligados à ética, que saiba trabalhar em equipe e tenha um profundo respeito pelas pessoas".
Rodrigo Pacca, Gerente de Recrutamento e Seleção da Ambev

(Empresa de bebidas da América Latina, sendo a 5ª maior do mundo)

"Sem dúvida, uma vivência internacional é sempre desejável. Mas nem toda experiência no exterior chega a ser um diferencial significativo para a carreira. É importante que essa experiência esteja ligada a algo fora do lugar comum e que possa de fato agregar à sua vida profissional. Pode ser um curso em uma área específica ou um projeto social, por exemplo. Participar de atividades de cunho social, aliás, também é muito desejável, seja em programas de voluntariado ou outros tipos, mas que tenha impacto na comunidade e ajude as pessoas".

Marcelo Abrileri, Presidente e Sócio-Fundador da Curriculum

(Empresa voltada para soluções de recolocação profissional online)

"Em muitos casos o diferencial competitivo não está mais na formação ou mesmo nos cursos de graduação, pós e MBA. Hoje as empresas precisam de muito mais do que apenas profissionais formados ou com algum conhecimento. Elas precisam de profissionais capazes de ofertar várias outras competências importantes simultaneamente, sendo que a formação é apenas uma delas. Essas competências estão relacionadas ao conhecimento e facilidade de aprender com os outros; aos valores morais e éticos; ao comportamento no trabalho; e às capacidades diversas como criatividade e comunicação."
Izabel Azevedo, Gerente de Recursos Humanos da Nestlé Brasil

(Uma das maiores empresas mundiais no ramo de alimentos e nutrição)

"Procuramos profissionais que, além dos requisitos básicos para uma determinada posição, tenham competências de liderança e relacionamento para contribuir com o alcance dos resultados e também com um bom clima organizacional. Na Nestlé, tão importante quanto atingir os resultados é a forma como eles são alcançados. Valorizamos o trabalho em equipe, a iniciativa e a integridade dos colaboradores. Também é um diferencial a preocupação com a sustentabilidade e a responsabilidade social".

Marcelo Cuellar - Gerente da Divisão de Recursos Humanos da Michael Page International Brasil

(Player mundial em recrutamento especializado de candidatos em middle e top management)

"As atividades extracurriculares serão consideradas importantes em um processo seletivo se levarem o profissional a desenvolver novas competências e habilidades que serão importantes para o crescimento e sustentação da organização no curto, médio e longo prazo. Um blog também pode ser considerado uma atividade interessante, que poderá ou não estar ligada à atuação corporativa do profissional".

terça-feira, 22 de março de 2011

Quatro dicas para você tomar as rédeas da sua carreira

Normalmente, algumas pessoas projetam desastres iminentes que jamais acontecerão.

Por Dalmir Sant'Anna, www.administradores.com.br

No parque do Beto Carrero World, observo atentamente, dois jovens a minha frente, na fila da montanha russa. Empolgado, um deles tenta convencer o colega temeroso a passear no brinquedo radical. Desperta minha atenção, a maneira como os pensamentos negativos ocultam a oportunidade de sentir algo novo. O colega empolgado enaltece sua alegria, enquanto o temoroso insiste em falar que faltará energia elétrica, que ele vai sofrer um desmaio ou irá chover no momento que o brinquedo realizar um dos cinco loopings.

Diante dos estudos que realizo sobre o comportamento humano, constato que normalmente, algumas pessoas projetam desastres iminentes que jamais acontecerão. Pensam de maneira negativa antes de realizar qualquer atividade. Mas, quem manda na sua vida? O medo é maior do que sua capacidade de descobrir novas oportunidades na vida? Confira quatro razões para acreditar que quem manda na sua vida é você!

Sorrir faz bem a saúde – Um sorriso é um convite de aproximação. Uma pessoa com excelente astral apresenta menos problemas emocionais. Quando você sorri, faz entrar e sair mais ar dos pulmões, do que durante a respiração regular, estimulando a circulação sanguínea. As bochechas se contraem e o sangue que corre pelo cérebro se esfria. Essa corrente sanguínea passando pela cabeça é um dos responsáveis pela sensação de bem-estar. Que tal um sorriso agora?

Confie mais no seu potencial – Quando você era criança, para aprender a andar de bicicleta, foi preciso demonstrar confiança em si e como resultado, sentir a sensação de pedalar descobrindo novas emoções. O que impede de encontrar dentro de você a força impulsionadora para uma maior confiança?

Não tenha medo – O poder destrutivo do medo ocupa na mente do ser humano um significativo espaço que poderia ser ocupado com alegria, esperança e capacidade de transformação. Fortaleça diariamente sua autoestima, acredite nas suas competências e tenha como hábito escolher pensamentos produtivos e otimistas.

Pare com as desculpas – A cada novo amanhecer, procure lembrar que desculpas não tornam você uma pessoa vitoriosa. A ausência de uma atividade física não pode mais ser justificada com desculpas. Sentimentos como bom humor, coragem, energia positiva, felicidade e otimismo são essenciais para quem deseja substituir desculpas por resultados.

Comentei no início do texto sobre os dois jovens que estavam a minha frente na montanha russa. Ao contrário de curtir o momento e aproveitar a sensação indescritível do sobrevoo que o brinquedo proporciona, o jovem demonstrou nítida falta de confiança. Agora responda: qual dos dois jovens seria você? Lembre sempre de um provérbio alemão que diz: "O medo e uma desculpa fazem o lobo ser maior do que realmente é na realidade". Quando as desculpas, o medo e a falta de confiança pensarem em dominar você, com convicção, mostre quem é que manda na sua vida, combinado?


Dalmir Sant'Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais" e do DVD com o tema "Comprometimento como fator de Diferenciação". Visite o site: www.dalmir.com.br

segunda-feira, 21 de março de 2011

Êxito no mundo corporativo não garante sucesso em futura carreira acadêmica

É necessário que o profissional aja com ponderação, critério e planejamento para fazer uma transição como essa.

Deixar o mercado executivo para ingressar em uma carreira acadêmica é uma aposta muito comum entre executivos, gerentes, CEOs (Chief Executive Officer) e diretores de empresas de diversas áreas. Trata-se de uma mudança complexa de ação, ambiente, proposta e ritmo de trabalho que requer reflexão.

Segundo a professora da área de gestão de pessoas da FIA, Elza Veloso, esse movimento dos empresários rumo às salas de aulas é uma tendência. "E como toda tendência, tem algumas armadilhas", alerta.

Segundo a docente, é necessário que o profissional aja com ponderação, critério e planejamento para fazer uma transição como essa. "O primeiro aspecto é verificar se o profissional realmente tem aptidão para a carreira acadêmica, provocando para si próprio situações para testar esta aptidão. Ele conseguirá ler e escrever em linguagem acadêmica? Conseguirá trabalhar com a exposição diária a uma turma de alunos? São pontos que devem ser avaliados", analisa.

Mudanças

A especialista alerta também que toda mudança de trajetória é um processo lento e que requer paciência, sobretudo quanto à adaptação da rotina em novas funções e à necessidade de recomeçar uma trajetória para alcançar o grau de reconhecimento conquistado na empresa.

Elza recomenda, inicialmente, a busca por um curso de mestrado. "O ideal é que ele ingresse em um mestrado profissionalizante, e comece a exercitar essa transição para a carreira acadêmica. Sem um curso de mestrado, será difícil que ele tenha aceitação inicial em alguma universidade de forma imediata", explica.

Elza dá mais uma dica para aqueles que desejam sair do mercado corporativo em direção a salas de aulas: é necessário humildade. "É até comum vermos pessoas que passaram por muitas situações e momentos no mundo corporativo terem alguma restrição ao aprendizado. Muitos têm a sensação de que sabem até mais do que os próprios professores", analisa. Essa postura, diz a especialista, compromete o desenvolvimento dos potenciais futuros docentes.

Outra dificuldade, alerta Elza, é que os executivos devem entender que seu histórico profissional não será simplesmente retransmitido quando ele entrar em sala de aula. "Esse é outro desafio. O profissional terá de começar de baixo novamente e tudo vai depender dos acessos que ele tem, escolhas que ele fizer e projetos que desenvolver".

Perfil

Nem todas as características que fazem um gerente ou diretor ser reconhecido terão direto respaldo no mundo acadêmico, assim como nem todas as suas dificuldades no mercado onde atuava são transferíveis para o mundo das universidades. "Um bom professor tem que saber fazer o link entre o prático e o teórico, com bons subsídios nos dois campos. Não basta ter sido um grande empreendedor para dar uma boa aula", detalha.

Outra diferença que um executivo pode sentir na troca de área é a salarial. "Tudo depende de como ele pretende conduzir sua carreira acadêmica, se paralela à de consultor, para complementar a renda, ou se a docência e pesquisa será sua principal fonte de recursos. Neste caso, para obter um retorno maior, é necessário fazer um investimento também maior, e de mais longo prazo, como partir para um doutorado, investir em pesquisa etc".

sexta-feira, 18 de março de 2011

Todo mundo precisa de um Coach!


"Recebi tantos conselhos que não sei por onde começar. Um que vem a mente é ter um Coach. Em 2002, John Door, disse: 'você precisa de um Coach'. E eu disse: 'Bem, eu não preciso de um coach, sou um CEO (Chief executive officer ou Diretor Executivo) estabilizado, para que eu precisaria de um Coach, tem algo de errado?' Ele disse: 'Não, não, você precisa de um Coach, todo mundo precisa de um Coach.' Então o Bill Campbell se tornou o meu Coach e serviu muito bem ao Google. Todo atleta famoso tem um Coach, todo artista famoso tem um Coach, alguém para observar o que você está fazendo e dar a eles uma perspectiva. Uma coisa que as pessoas nunca são boas é olhar para elas como as outras a enxergam. Um Coach realmente ajuda." (parte da entrevista de Erich Schmidt, presidente da Google)

Bem, agora realmente atuando como Coach (não 100% do tempo ainda, mas a caminho disto), gostaria de explicar um pouco mais sobre o que é este processo, os benefícios que ele lhe traz e como isto pode mudar sua vida. Convido-lhe a passar 5 minutos comigo aqui lendo este texto e acreditar que realmente tudo está ao seu alcance.

Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre coach (profissional) e coachee (cliente) onde o coach apóia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e desenvolvimento de competências, como também do reconhecimento e superação de adversidades (Definição de José Roberto Marques).

Se fôssemos definir coaching em apenas uma palavra, esta seria: RESULTADO.

Um processo de coaching aumenta o resultado de seus clientes em diversas áreas da vida do cliente (tanto pessoal como profissional). Um processo de coaching bem conduzido e em real sintonia entre coach e coachee gera:

- Felicidade e prosperidade
- Qualidade de vida, saúde e diminuição do stress;
- Relacionamento e comunicação;
- Autoconhecimento e emoções;
- Planejamento e habilidades.

O processo de Coaching tem foco em apoiar as pessoas a avançar em relação às suas metas mais importantes, realizar seus objetivos e criar a versão do coachee de vida ideal e da carreira ideal. O foco é nas possibilidades futuras e como transformá-las em realidade. COACHING NÃO É TERAPIA.

E quanto ao coaching em números? Está em tendente crescimento e não há como parar. No Brasil, a cada dia passa a ser mais visto e procurado este profissional. Se ainda há dúvidas sobre o porquê você deve ter um coach, elas acabam por aqui.

--- Executivos indicam melhoria significativa com Coaching ---

Uma recente pesquisa (PUC CAMPINAS) realizada com 10 executivos que passaram pelo processo de Coaching aponta que 100% aperfeiçoaram a capacidade de ouvir, 80% melhoraram a flexibilidade, 80% aprenderam a aceitar melhor as mudanças e 70% evoluíram a capacidade de se relacionarem. (Fonte: Revista Você S/A)

E ainda um breve relato sobre o retorno quantitativo do Coaching com executivos relatam (fonte: Revista Fortune):

- Melhor relacionamento de trabalho com os subordinados: 77%
- Melhor relacionamento com o chefe: 71%
- Melhor relacionamento com pares: 63%
- Aumento do nível de satisfação com o trabalho: 61%
- Aumento de comprometimento com a empresa: 44%

Vamos a mais algumas informações interessantes?

- Mais de 40 mil executivo possuem Coaches nos Estados Unidos;
- 88% das empresas do Reino Unido utilizam ou já utilizaram os serviços de um Coach;
- Mais de 70% das empresas Australianas já se beneficiaram da metodologia de Coaching
- Nos EUA, segundo o jornal Executive Channel, mais de 40% dos executivos já passaram pelo processo de Coaching. O método é tão difundido, que muitas empresas oferecem o serviço de Coach como benefício do cargo.
- Um estudo publicado no Public Personnal Management Journal concluiu que os executivos que participaram de treinamentos gerenciais aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aquele que tiveram Coaching, após esse mesmo treinamento, aumentaram sua produtividade em 88%.

Ainda tem duvidas de que um Coach pode resignificar sua vida, reescrever sua história e lhe trazer resultados maravilhosos? Convido-lhe a acreditar que isto é possível, pois antes de escrever tudo isto, uma experiência única, maravilhosa e especial, resignificou a minha vida.

"O passado, presente e futuro encontram-se aqui e agora! Sim, é possível viver 10 anos em 3 meses, reviver uma vida em tão pouco tempo. E o mais importante! É possível encontrar-se, intimamente, com o que há de melhor em você."

quinta-feira, 17 de março de 2011

Mulheres se sentem mais culpadas em trabalhar no horário de folga

Mulheres se sentem culpadas por lidar com questões de trabalho em casa, mesmo quando o contato não interfere na vida familiar.

Infomoney

Desenvolvidas, entre outras funções, para facilitar a vida dos executivos, as tecnologias de comunicação (celulares, smartphones e iPads) parecem provocar efeitos bem distintos entre homens e mulheres.

Uma pesquisa da Universidade de Toronto (Canadá) pediu aos participantes para que informassem quantas vezes foram contatados fora do trabalho por telefone, e-mail ou mensagem sobre assuntos corporativos. Os pesquisadores descobriram que as mulheres que foram contatadas frequentemente por supervisores, colegas ou clientes relataram níveis mais elevados de estresse psicológico. Em contraste, os homens que receberam contato de trabalho fora do expediente foram menos afetados.

"Inicialmente, avaliamos que as mulheres foram mais atingidas pelo contato profissional por conta da interferência em suas responsabilidades familiares", afirma o autor do estudo, Paul Glavin.

Os resultados mostram que muitas mulheres se sentem culpadas por lidar com questões de trabalho em casa, mesmo quando o contato profissional não interfere na vida familiar. Os homens, por outro lado, são menos propensos a sentir culpa ao responder questões relacionadas com o trabalho, em casa. O estudo analisou dados de 1.042 homens e mulheres na faixa dos 40 anos, casados e com filhos. Os entrevistados tinham renda anual média de 60.000 dólares (mulheres) e 75.000 dólares (homens).

Opinião

Para o diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, a mesma tendência acomete as executivas brasileiras das diversas áreas profissionais.

"Por mais que a mulher esteja presente nas empresas e no alto escalão, ainda existe um senso diferenciado quanto ao âmbito familiar", aponta o especialista. "Não significa, entretanto, que mulher tem mais ou menos senso de responsabilidade do que o homem na empresa, mas que ela preza pela família e pela qualidade de vida de forma mais intensa", completa.

De acordo com o especialista, essa exposição feminina vem de gerações passadas, que eram completamente ligadas ao interior da família.

"A mulher preserva o próprio espaço, quer se cuidar e poder viver a vida social. Os homens, em contrapartida, sentem-se mais importantes em resolver questões profissionais na hora do lazer", conclui Raffa.